E-commerce – Empreender durante a quarentena.

E-commerce – Empreender durante a quarentena. 1Quatro anos se passaram desde a última crise financeira. Mal conseguimos nos erguer e mais uma vez estamos vivendo com um certo temor quanto ao que fazer para driblar a crise. Devido aos cuidados contra o novo corona vírus, estamos vivenciando a realidade de ter empresas fechando e o pior de tudo, a economia se exaurindo, deixando milhares de pessoas desempregadas. Todas as suas economias investidas passaram a correr riscos e agora é preciso buscar uma saída prática em meio à crise. Sendo que, um dos meios mais econômicos é ter uma E-commerce e empreender durante a quarentena pode ser a saída mais consciente para vencer os obstáculos causados pela pandemia.

E-commerce – Simplifique e potencialize as suas transações.

Desde que o sistema de compras online surgiu, ele vem sendo otimizado para se adequar à realidade e às necessidades dos consumidores. Quem deseja permanecer forte no comércio, então, precisa ficar atento às novidades que chegam para simplificar e potencializar as transações.

Nós presenciamos uma situação de crise econômica no ano de 2016 no Brasil que gerou tumultos e transtornos em diversas áreas do cenário nacional: indústria, educação, agropecuária e, claro, varejo. Vimos o número de vendas despencar em diversos segmentos. Mas, em contrapartida, o mercado virtual manteve-se atuante com grande volume de vendas.

Durante este período vimos uma ascendência no consumo on-line, as vendas virtuais tiveram um crescimento de 7,4% em comparação com o ano anterior, registrando assim, R$44,4 bilhões de faturamento. Vale lembrar, entretanto, que foi necessária uma forte campanha, divulgação, estratégia de preço, pagamento e mercado para manter os consumidores consumindo. Mas no final conseguiu-se atingir o objetivo.

E-commerce – Aumento das compras via smartphones

 

E-commerce – Empreender durante a quarentena. 2Com a facilidade na aquisição de smartphones, cada vez mais compras serão feitas por meios desses dispositivos. Empresas que pretendem continuar investindo na boa experiência de compra precisarão, impreterivelmente, ter um site responsivo, que consiga oferecer simplicidade na navegação por meio de uma plataforma de e-commerce mobile.

De acordo com o relatório Webshoppers 2018, as aquisições de celulares tiveram uma grande expansão. Keine Monteiro, head de inteligência Ebit/Nielsen, afirma: “Registramos, no primeiro semestre de 2018, um aumento de expressivos 41% no volume de pedidos por meio de dispositivos móveis, comprovando que os consumidores brasileiros definitivamente adotaram os smartphones para a realização de compras no comércio eletrônico” em lojas virtuais.

Segundo levantamento feito pela Nielsen, o setor já apresentava forte crescimento em 2018, faturando mais de 53 bilhões de reais no período e expandindo 12% em relação a 2017. Foi preciso apenas um semestre em 2019 para que o mesmo percentual fosse alcançado — mais 12% de crescimento do faturamento, demonstrando o potencial ainda latente e a demanda cada vez maior do público por esse modelo de varejo.

Um dos pontos mais interessantes nessa pesquisa é que 18,1% do público pesquisado, quase um quinto do total, disse ter feito sua primeira compra online neste ano.

Ou seja, 2018 e 2019 se tornaram anos de consolidação na área, em que o consumidor cativo aumenta a frequência e o valor de suas compras, enquanto um novo público constante é criado. Quem vem investindo em comércio online, já tem muitos motivos para se consolidar e comemorar.

Consolidação do M-commerce brasileiro

E-commerce – Empreender durante a quarentena. 3Nos últimos quatro anos, a proporção de internautas brasileiros que utilizaram o comércio móvel (m-commerce, em inglês) subiu de 41% para 85%. A proporção dos chamados consumidores móveis mais do que dobrou, com um ganho de 44 pontos percentuais. Além disso, cerca de 35% dos pedidos online no país (40,3 milhões) foram provenientes do m-commerce. Os dados constam no relatório Webshoppers 39 da Ebit|Nielsen.

Segundo o relatório, o m-commerce foi um dos principais responsáveis por um crescimento nominal de 12% registrado pelo comércio eletrônico em 2018. O setor faturou R$53,2 bilhões, com 123 milhões de pedidos, 11% a mais do que o ano de 2016.

O aumento significativo do número de consumidores móveis pode ser explicado pelo fato de os consumidores preferirem comprar via smartphones do que via desktop. Segundo a pesquisa sobre Comércio Móvel no Brasil, realizada pela Mobile Time em parceria com a Opinion Box, essa preferência está relacionada ao alto grau de satisfação do cliente para com a experiência em m-commerce. De acordo com a pesquisa, 8% dos consumidores móveis dizem que estão satisfeitos ou muito satisfeitos com o comércio eletrônico via mobile.

“Quem experimenta os smartphones para compras acaba deixando de lado o desktop”, afirmou o coordenador da pesquisa, Fernando Paiva. “Vemos aqui uma consolidação do m-commerce no país”, destacou o coordenador. O que antes era apenas uma tendência, passou a ser a realidade de muitos empresários ao disponibilizar aos seus consumidores a oportunidade de comprar sem sair de casa através do mercado virtual. Fica, portanto, o alerta: Não adianta apenas ter uma loja virtual, se esta não estiver adaptada para os usuários 

que utilizam apenas seus dispositivos móveis você certamente perderá uma grande parcela dos consumidores. Prepare o seu e-commerce para ser responsivo e poder realizar negociações completas e simples através de smartphones e tablets.

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Empreender durante a quarentena.

Muitos podem dizer que é loucura fazer um investimento em um cenário como este em que estamos vivendo e que empreender durante a quarentena pode ser desastroso. Entretanto, não investir e esperar pode te levar a um fim muito trágico. O investimento para uma e-commerce responsiva (que se adapta a qualquer dispositivo) é muito mais baixo do que manter um ponto comercial, os seus gastos terão uma redução enorme, o que elevará os seus lucros e o tornará mais competitivo diante os seus concorrentes.

Como a orientação agora é ficar em casa, não temos ideia de quando a quarentena terá um fim. Mais do que nunca, é importante que você tenha seu orçamento na ponta do lápis. Afinal, sem metas e valores definidos fica mais difícil estabelecer o caminho correto para não deixar faltar nada em casa ou ainda poder pagar as suas contas, que não param de chegar.

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